Eu sou…

 

Compositora. Em 2017, foi estreada a minha primeira obra para orquestra Ilustração, pela Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo com a direção de Javier Viceiro.

Conclui o Curso de Licenciatura em Composição na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo em 2017, no qual estreei obras deste mesmo ano: Tinta da China para solo de  percussão, interpretada por Saulo Giovannini e Predatismo para ensemble. Tendo sido mais uma vez interpretada Desenho, estreada em 2016.

Foi no na licenciatura que comecei a dedicar todo o meu tempo à composição, tendo antes concluído o curso secundário de instrumento – piano – na Escola de Música da Póvoa de Varzim (2005 – 2014).

Durante a minha licenciatura pude trabalhar com Carlos Azevedo, Filipe Vieira, Eugénio Amorim, Dimitris Andrikopoulos, Rui Penha, Telmo Marques, Rui Dias, Daniel Moreira, Ângela da Ponte, Nuno Peixoto de Pinho e José Alberto Gomes.

Tenho interesse em projectos que envolvam performance e música em tempo real e por isso integrei o Ensemble de Improvisação 343X que participou na XVIII Bienal de Cerveira em 2015 e o grupo de performers do projecto de formação e criação artística Música Pobre – projecto educativo – da Biennial of Contemporary Arts – BoCA.

Por último, assisti a seminários com Christopher Dobrian, Vic Hoyland, Ivo Medek, Vít Zouhar, Nicolas Bacri e Helmut Lachenmann, Jeffrey Treviño, entre outros.

 

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As coisas de que gosto

A pintura é uma arte que me diz muito. Costumo pintar nos tempos livres e neste aspecto o 2º ano de licenciatura foi marcante para mim, pois desde dessa altura percebi que ao relacionar a pintura e a composição conseguia obter grandes resultados.

Hoje em dia, a minha composição e aquilo que me define como artista é a relação entre estas duas artes. Componho com base em pinturas, até à data, abstractas.

Durante o processo de composição costumo observar pinturas e imaginar a música, através dos vários e componentes da pintura. Desde o plano, as formas, as cores, o traço, entre muitos outros.

Kandinsky tem sido um dos pintores que mais me influencia. Livros como Ponto, Linha e Plano e Do Espiritual na Arte têm sido grandes influências.

Paul Klee é um outro nome incontornável na minha pesquisa pela união da pintura com a minha composição, tem um ponto de vista muito forte e os seus escritos, as suas teorias têm sido uma grande inspiração.

“A arte não é uma ciência que seja fomentada progressivamente através de muito trabalho e da investigação de muitos membros; pelo contrário, é o mundo da diversidade. Cada personalidade, que dispõe da sua própria forma de expressão, tem aqui o seu valor. Só os fracos, aqueles que em lugar de procurarem em si próprios, procuram naquilo que já existe, devem desistir. A modernidade é um alívio para a individualidade, num novo domínio até as repetições se transformam em novas formas do eu.”  Paul Klee

 

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sem título (2016)  – Solange Azevedo

 

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sem título (2016) – Solange Azevedo

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